• Cenagri Jr.

Os Pilares do Manejo Integrado de Prgas

Atualmente as lavouras estão sendo muito afetadas por pragas e doenças, fatores que influenciam na produtividade de qualquer cultivo. É por esse motivo que o Manejo Integrado de Pragas (MIP) tem ganhado destaque e vem se tornando tão popular.


O MIP é um sistema de manejo que envolve o ambiente e a população de praga, utilizando todas as técnicas apropriadas e adequadas para cada cultivo, com o intuito de manter o controle e estabilização da população.


É feito um planejamento com diversas medidas para diminuir o uso de agrotóxicos na produção, sempre em busca de promover o equilíbrio no solo, nas plantas e no ecossistema; Isso não quer dizer que o uso de defensivos não será feito, mas sim que ele será utilizado como último recurso, quando o nível de população da praga estiver atingindo o nível de dano econômico, ou seja, o nível em que as perdas de produção estejam gerando prejuízos econômicos significativos para o produtor.


O MIP não tem como objetivo a erradicação da praga, mas sim a redução de sua população, de modo que seus inimigos naturais permaneçam na lavoura agindo sob suas presas, proporcionando a volta do equilíbrio natural do sistema.


Chamamos as medidas que podem ser implementadas de “pilares do MIP”, que são o que chamamos de estratégia de controle; essas medidas estão inseridas em um alicerce que guia a tomada de decisão de qual pilastra se adequa melhor para sua área.


Os alicerces são:


· Taxonomia ou Identificação


· Amostragem

Uma amostragem bem feita é essencial para indicar a quantidade real de insetos presentes na lavoura, além de servir como parâmetro para que possam ser respeitados os níveis de ação de pragas.


· Mortalidade natural no ecossistema

Morte das pragas sem que haja algum agente de controle externo envolvido, o próprio ecossistema se encarrega dessa tarefa.


Já os pilares são:


1) Controle Cultural

Pode ser feito com algumas técnicas mais simples e de fácil implementação, como a rotação de culturas e eliminando possíveis soqueiras, rebrotas e tigueiras que podem estar em campo.


2) Controle biológico

É realizado através da preservação dos inimigos naturais de determinada praga na lavoura. Vale ressaltar que ter áreas de reserva natural ao redor eleva a eficácia desse método.


3) Controle comportamental

Através de um estudo e conhecimento da praga em questão, é possível usar armadilhas para a captura do inseto, além de plantas repelentes em torno do cultivar.


4) Controle genético

Pode ser realizado através da liberação de machos estéreis, impedindo a procriação de indivíduos aptos, resultando em consequente queda de população.


5) Controle varietal

É o uso de cultivares resistentes às pragas, resultando em queda de sua população, consequentemente.


6) Controle químico

É o uso de defensivos agrícolas para realização do controle.


É importante ressaltar que é de extrema importância consultar um profissional na área para que o uso do inseticida seja especifico para a praga em questão, sem que haja a esterilização do campo e promoção de inimigos secundários se tornando primários.



Referências:

Franzoni, Maiara. Tudo que você precisa saber sobre manejo integrado de pragas. Disponível em: <https://bit.ly/2wBna6C>

Ramos, Marina. Controlando pragas e cuidando do meio ambiente. Disponível em <https://bit.ly/2UVPg6c>

Garcia, G. L. Embrapa mostra a importância do manejo integrado de pragas na AgriShow Disponível em <https://bit.ly/2WHwxjO>

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